20
de
dezembro
Ode a Adélia
(Alana saà da sala multi-uso do CEU Paz)
Ator-Integrante – Já vai?
Alana – Já!
Ator- integrante – Não gostou da oficina?
Alana –Tá legal! Mas eu tô com fome vô almoçar…
Ator-Integrante – Ah Ta!…
 (Alana saà saltitante, em seguida da meia e volta e retorna)
 Alana – Tio?
Ator-Integrante- Oi?
Alana – Quando eu terminar de almoçar posso voltar pra oficina?
Ator-integrante – Ixi,faltam quinze minutos pra acabar!
Alana- Ah! Então é melhor eu ficar!
     Diálogo entre Diego, ator-integrante do Teatro Parabelo e Alana participante da oficina de Clown no CEU Paz, Brasilândia Novembro/2008
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No último dia 14 de Dezembro o Teatro Parabelo lançou o caderno (Des)Montando Arrabal. Numa tiragem limitada o caderno se propõe a ser mais que um registro do projeto, a publicação faz uma reflexão a partir de imagens, fatos e relatos sobre o impacto das ações não só nas comunidades e nos espaços públicos por onde passou, mas principalmente na maneira de pensar e fazer teatro do coletivo.
Na tentativa de sintetizar o que o projeto (Des)montando Arrabal proporcionou para o Teatro Parabelo, aos Espaços Públicos e as suas platéias, cito uma escritora brasileira e ouso fazer dessas minhas palavras:
“Não Quero Faca, Nem Queijo. Quero a Fome!”
 Adélia Prado
Por Diego Marques


