11
de
novembro
Talvez sonhadores, mas não sonhamos sozinhos
                                     
O Teatro Parabelo foi engolido por São Paulo. Percorremos as entranhas do corpo de uma cidade doente, na esperança de trazer com o Teatro um pouco de sobrevida para a mesma.
Em busca de vida, constatamos que o nosso fazer teatral está imbuÃdo de sonhos, sonho que a gente não sonhou só. Do cóccix até o pescoço da metrópole conhecemos infinitos particulares que procuram utopias para curar o universo ao redor.
Ao participarmos do II Festival de Teatro Vocacional, na Galeria Olido, chegamos ao coração da capital paulistana – o Centro.
E ao jogarmos bastão com os transeuntes no Largo do Paissandu, ao ver aos mesmos parando seu trajeto para assistir a Fando e Lis, ao assistirmos a intervenção dos Guaranis da Aldeia Krukutu, o Teatro Parabelo entendeu que sonho que se sonha junto deixa de ser sonho e passa ser realidade.
E para a construção e manutenção de nossas utopias, voltaremos a nossa saudosa maloca, o CEU Vila Atlântica, nos próximos dias 17 e 18 de Novembro, quando nos reuniremos com os coletivos: Grupo Gangorra, N.D.A, Memórias em Blackout, Turma do Voca e Ceu Perus, no Vocacional em cartaz, para a partir das 15:00 do sábado e do domingo, rebatermos sonhos para lá e para cá.
                                                   
                                                                                          TEATRO PARABELO

